Estar em 12º lugar não é acaso, é consequência. O Athletico construiu, nos últimos anos, um projeto sólido: estádio próprio, gestão profissional, categorias de base valorizadas e presença constante em decisões internacionais. Resultado? Um clube que sai do “atoleiro” histórico do futebol brasileiro — onde muitos afundam em dívidas, promessas vazias e administrações amadoras — para se firmar entre as potências do continente.
Enquanto gigantes tradicionais oscilam e outros sequer aparecem no top 30, o Furacão segue avançando, incomodando e sendo respeitado fora do eixo óbvio. O ranking apenas traduz em números aquilo que o campo já mostra há tempos: o Athletico não é surpresa, é realidade. E quem ainda insiste em tratá-lo como coadjuvante, segue preso no passado — e no atoleiro.

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