O Carnaval fez o que muita gente da elite nunca aceitou: transformou a avenida em tribunal popular.
Enquanto uns tentam reescrever a história com fake news e vitimismo, o povo responde com tambor, samba no pé e memória viva. Quem atacou a democracia hoje responde à Justiça. Quem tirou o Brasil do mapa da fome voltou a ser celebrado pelo povo.
Pode doer em alguns, mas é simbólico: o Brasil real está na rua, na arquibancada, na bateria. E o recado é claro — golpismo não desfila impune.
Lula não é só um nome, é uma história construída com o povo e para o povo. E quando a cultura popular fala, não é discurso ensaiado… é sentimento coletivo.
Chora menos e aprende mais: democracia é barulhenta, colorida e tem samba no pé. 



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